O ano passado a SEAT bateu o seu recorde de vendas e de lucros em 70 anos de história e a marca espanhola parece ter conquistado o seu futuro depois de anos de prejuízos.

Se 2019 terminou em grande — com uma faturação acima de 11 mil milhões de euros e lucros de mais de 340 milhões de euros (17,5% acima de 2018), o melhor resultado de sempre — o ano de 2020 começou com menos motivos de festejos.

Não só o CEO da SEAT, Luca De Meo, saiu para a concorrência (Renault) como — principalmente — a pandemia veio colocar um travão a sucessivos anos de melhoria de todo o tipo de indicadores económicos, como aconteceu transversalmente na esmagadora maioria de setores de atividade e de empresas em todo o mundo.


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