A história começa no início da década de 90 quando McLaren em parceria com a BMW começa o desenvolvimento do Mclaren F1 com o objetivo de quebrar recordes de velocidade. O resultado final foi o F1 atingindo 386,7 Km/h no final da década, batendo o antigo recorde do Jaguar XJ220 de 352 km/h.

Desde então, a marca britânica deixou de investir em quebra de recordes e passou a produzir veículos esportivos voltados para velocidades em circuitos. Quase 20 anos depois do F1 acontecer, McLaren anuncia seu sucessor espiritual: o Speedtail.

O primeiro hyper-GT da McLaren tem uma estratégia diferente do F1 para atingir velocidades altas. Dessa vez foi investindo no arrasto aerodinâmico, que é notável quando observado a aparência do esportivo como o fluxo de ar. Isso tudo facilita a passagem do carro pelo vento, diminuindo a resistência aerodinâmica.

Apesar do grande destaque na aerodinâmica, também teve um investimento no trem de força. O coração do Speed Tail é o motor M840S v8 de 4 litros unido a um motor híbrido que somam pouco mais de 1000 cavalos. A soma de aerodinâmica com potência faz o carro ir de 0 a 100 km/h em pouco mais de 2 segundos. Os primeiros testes do Speedtail ainda protótipo marcaram 403 km/h.


O cockpit traz a mesma identidade do F1: dois assentos laterais e um no centro onde o motorista vai. A ideia original veio do engenheiro chefe do F1 Gordon Murray que se inspirou através dos carros de Fórmula 1, criando o conceito “the ultimate road car”  (“o melhor carro de rua” no bom português) com o motorista tendo todo o controle do carro a partir daquela posição.

Na época do F1, a McLaren teve que mudar as leis de trânsito para que fosse possível um carro de três acentos onde o motorista vai no meio.



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